Minério mineral
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
ByeByeBird
O Minério de Ferro tem toda uma história, uma participação e foi um dos grandes marcos econômicos, tal como a siderurgia e a metalurgia. Apesar da imensidão de detalhes, números, países e fatos decorrentes não só da evolução, como também do crescimento econômico, o ferro desde muito tempo tem aumentado o grau de importância no nosso país. Até poderíamos especificar e encher o blog de Ctrl+C e Ctrl+V mas este trabalho tem como objetivo orientar e montar a base para um entendimento amplo de quão vasto pode ser o estudo de um minério comum, mas cheio de "porém".
Comércio Exterior
As exportações brasileiras de minério de ferro e pelotas atingiram, em 2008, 281,6 Mt, com um valor de US$-FOB 16.538,4milhões. Em comparação com 2007 houve um aumento de 11,1% na quantidade e de 18,0% no valor das exportações. As exportações para a China representaram 13,0% do total exportado em 2002, 21,0% em 2003, 22,0% em 2004, 24,0% em 2005, 28,0% em 2006, 33,0% em
2007 e 38,0% em 2008. As importações de minério de ferro não são
significativas
As exportações brasileiras de produtos siderúrgicos em 2008
totalizaram 9.180,0mt, com um valor de US$-FOB 8,0 bilhões, mostrando uma diminuição de 12,0% na quantidade exportada e um aumento de 19,8% no valor das exportações. Os principais destinos das
exportações foram América Latina – 30,1%, América do Norte – 13,9%
e Europa – 11,8%.
As importações de produtos siderúrgicos em 2008 totalizaram
2.656,0mt, com um valor de US$-FOB 3.697,0 milhões, mostrando um
aumento de 62,0% na quantidade importada e de 87,4% no valor das
importações. O saldo do comércio exterior de produtos siderúrgicos
representou 17,6% do saldo comercial do Brasil em 2008.
Usando números...
A quantidade de digitos que envolvem a movimentação de minério principalmente nas relações internacionais com o Japão (principal compradora do minério proveniente de Mato Grosso do Sul) são alarmantes, porém enriquecem a nossa economia ainda que não leve em consideração o impacto ambiental que ocasiona.
Produção no brasil
Apesar de ter a 5ª maior reserva de minério de ferro, o Brasil ocupa a 2ª posição quando se trata da produção do mesmo. Tendo como maiores reservas respectivamente :Minas Gerais (70%), Mato Grosso do Sul (21,5%) Pará (7,3%) e outros estados (1,2%).
A presença do Minério no dia a dia
Muita coisa no nosso dia a dia são proveniente dos materiais mais diversos, porém nós não fazemos ideia do que seja feito. A Vale do Rio Doce ilustra através de um gráfico interativo, a proporcionalidade do uso de cada material e também como ele aparece no cotidiano alheio.
Siderurgia e Metalurgia que marcaram a história da nossa pátria
O início
Quando as terras brasileiras foram descobertas, as práticas mercantilistas imperavam na Europa. Os portugueses chegaram ao Brasil com a esperança da extração de metais como ouro, prata e bronze. No entanto, nenhum tipo de metal, nem mesmo ferro, foi encontrado em um primeiro momento. Os poucos ferreiros que vieram para o Brasil utilizavam o ferro originário da Europa para produzir os instrumentos usados na lavoura.
Em 1554, o padre jesuíta José de Anchieta relatou, em um informe ao rei de Portugal, a existência de depósitos de prata e minério de ferro no interior da capitania de São Vicente (atual estado de São Paulo).
Quem primeiro trabalhou na redução desse minério de ferro foi Afonso Sardinha. Em 1587, ele descobriu magnetita na atual região de Sorocaba, no interior de São Paulo, e iniciou a produção de ferro a partir da redução do minério. É a primeira fábrica de ferro que se tem notícia no Brasil.
As forjas construídas por Sardinha operaram até a sua morte, em 1629. Após essa data, a siderurgia brasileira entrou em um período de estagnação que durou até o século seguinte.
A década de 90
O parque siderúrgico nacional iniciou a década de 90 contando com 43 empresas estatais e privadas, cinco delas integradas a coque, nove a carvão vegetal, duas integradas a redução direta e 27 semi-integradas, além de produtores independentes de ferro-gusa e carvão vegetal, que somavam cerca de 120 altos-fornos. A instalação dessas unidades produtoras se concentrou principalmente no Estado de Minas Gerais e no eixo Rio-São Paulo, devido à proximidade de regiões ricas em matérias-primas empregadas na fabricação do aço, ou de locais com grande potencial de consumo. Hoje, o parque produtor de aço brasileiro, um dos mais modernos do mundo, é constituído de 25 usinas, sendo 11 integradas (produção a partir de minério de ferro) e 14 semi-integradas (produção a partir da reciclagem de sucata), administradas por sete grupos empresariais.
Privatização
Nos primeiros anos da década de 90, era visível o esgotamento do modelo com forte presença do Estado na economia. Em 1991, começou o processo de privatização das siderúrgicas. Dois anos depois, em 1993, oito empresas estatais, com capacidade para produzir 19,5 milhões de toneladas (70% da produção nacional), tinham sido privatizadas. Entre 1994 e 2004, as siderúrgicas investiram US$ 13 bilhões, dando prioridade para modernização e atualização tecnológica das usinas. Em 1999, a produção brasileira de aço era de 25 milhões de toneladas no ano. No ano passado, foi de 31,6 milhões de toneladas.
Hoje, o setor é formado pela Acesita, Aços Villares, Belgo - Arcelor Brasil, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), CST - Arcelor Brasil, Grupo Gerdau, Siderúrgica Barra Mansa, Usiminas / Cosipa, V&M do Brasil e Villares Metals. São 25 usinas comandadas por 11 empresas. Entre pessoal efetivo e terceirizado, elas empregaram, em 2005, 98.756 pessoas.
A previsão de investimentos no setor de 2005 a 2010 é de US$ 12,5 bilhões, com projeção de alcançar a capacidade instalada de 49,7 milhões de toneladas no final desses cinco anos. Esse novo ciclo de investimentos está voltado para o aumento da capacidade de produção, a fim de atender ao crescimento da demanda interna que deve ser de mais de um milhão de toneladas por ano no período de 2005 e 2010.
Grupos produtores do exterior estudam a possibilidade de investir na construção de novas usinas no Brasil, sobretudo no Norte e no Nordeste, voltadas para a exportação de produtos semi-acabados.
Todo esse investimento é guiado por processos de gestão que primam pela responsabilidade social. Em 2004, 74% da produção de aço brasileira foi obtida pela via integrada a partir do minério de ferro e 26% pela via semi-integrada através da reciclagem de 8 milhões de toneladas de sucata. Intensiva no uso de carvão para gerar energia, a siderurgia brasileira produziu 25% da energia elétrica necessária para suas atividades em 2004.
Hoje, o setor é formado pela Acesita, Aços Villares, Belgo - Arcelor Brasil, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), CST - Arcelor Brasil, Grupo Gerdau, Siderúrgica Barra Mansa, Usiminas / Cosipa, V&M do Brasil e Villares Metals. São 25 usinas comandadas por 11 empresas. Entre pessoal efetivo e terceirizado, elas empregaram, em 2005, 98.756 pessoas.
A previsão de investimentos no setor de 2005 a 2010 é de US$ 12,5 bilhões, com projeção de alcançar a capacidade instalada de 49,7 milhões de toneladas no final desses cinco anos. Esse novo ciclo de investimentos está voltado para o aumento da capacidade de produção, a fim de atender ao crescimento da demanda interna que deve ser de mais de um milhão de toneladas por ano no período de 2005 e 2010.
Grupos produtores do exterior estudam a possibilidade de investir na construção de novas usinas no Brasil, sobretudo no Norte e no Nordeste, voltadas para a exportação de produtos semi-acabados.
Todo esse investimento é guiado por processos de gestão que primam pela responsabilidade social. Em 2004, 74% da produção de aço brasileira foi obtida pela via integrada a partir do minério de ferro e 26% pela via semi-integrada através da reciclagem de 8 milhões de toneladas de sucata. Intensiva no uso de carvão para gerar energia, a siderurgia brasileira produziu 25% da energia elétrica necessária para suas atividades em 2004.
Caso alguém queira mais informações tem esse blog bem legal que foi de onde a gente tirou essas informações.
Conhecendo um pouco mais o assunto....
Minério é um mineral ou uma associação de minerais (rocha) que pode ser explorado economicamente.
Assim, um mineral pode, durante uma certa época e em função de circunstâncias culturais, tornar-se um minério, podendo em seguida, desde que substituído por outros produtos naturais ou sintéticos, perder a sua importância econômica e voltar a ser um simples mineral.
No nosso caso apresentaremos um pouco mais sobre o Minério de Ferro
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